sexta-feira, 27 de novembro de 2015

História do Calçado

#momentosaber






História do Calçado

             Existem evidências que mostram que a história do sapato começa a partir de 10.000 a. C., ou seja, no    final do período paleolítico (pinturas desta época em cavernas na Espanha e no sul da França fazem referência ao calçado).
             Entre os utensílios de pedra dos homens das cavernas existem vários que serviam para raspar as peles, o que indica que a arte de curtir é muito antiga.
             Nos hipogeus (câmaras subterrâneas usadas para enterros múltiplos) egípcios, que têm idade entre 6 e 7 mil anos, foram descobertas pinturas que representavam os diversos    estados do preparo do couro e dos calçados.
             Nos países frios o mocassim é o protetor dos pés e nos países mais quentes a sandália ainda é a mais usada. As    sandálias dos egípcios eram feitas de palha, papiro ou de fibra    de palmeira.
         Era comum andar descalço e carregar as sandálias usando-as apenas quando necessário.  Sabe-se que apenas os nobres da época possuíam sandálias.  Mesmo um Faraó como Tutancâmon usava   calçados   como sandálias e sapatos de couro simples (apesar dos enfeites de ouro).    
            Na Mesopotâmia    eram comuns sapatos de couro   cru amarrados aos pés por tiras do mesmo material.  Os    coturnos eram símbolo de alta posição social. Os Gregos chegaram a lançar moda como a de modelos diferentes para pés direito e esquerdo.
            Em Roma o calçado indicava a classe social. Os cônsules usavam sapato branco, os senadores sapatos marrons presos    por 4 fitas pretas de couro atadas a 2 nós e o calçado tradicional das legiões era a bota de cano curto que descobria os    dedos.

            Na idade média tanto homens como mulheres usavam sapatos de couro abertos que tinham uma forma semelhante    à das sapatilhas. Os homens também usavam botas altas e baixas atadas à frente e ao lado. O material mais corrente era a   pele de vaca, mas as botas de qualidade superior eram feitas de pele de cabra.
            A padronização da numeração é de origem inglesa. O rei Eduardo (1272-1307) foi quem uniformizou as medidas.   A primeira referência conhecida da manufatura do calçado na Inglaterra é de 1642 quando Thomas Pendleton forneceu 4.000 pares de sapatos e 600 pares de botas para    o exército. As campanhas militares desta época iniciaram uma demanda substancial por botas e sapatos. Em meados do século 19 começam a surgir as máquinas     para auxiliar na confecção dos calçados, mas só com a    máquina de costura o sapato passou a ser mais acessível.
           A partir da quarta década do século 20 grandes mudanças começam a acontecer nas indústrias calçadistas como a troca do couro pela borracha e pelos materiais    sintéticos     principalmente nos calçados femininos e infantis. Provavelmente os funcionários de Pendleton fizeram os sapatos do início ao fim, mas na moderna indústria    o processo é quebrado em várias e distintas etapas como:
         . Modelagem: criação, elaboração e acompanhamento dos modelos no processo de fabricação;
         . Almoxarifado: recebimento, armazenamento, classificação e controle do couro e demais materiais;
         . Corte: operação de corte das diferentes peças que compõem o cabedal (parte superior do calçado). No corte são utilizadas lâminas e facas especiais e/ou superior do calçado).
     No corte são utilizadas lâminas e facas especiais e/ou    balancins de corte que pressionam os moldes    metálicos na superfície do couro e/ou outros materiais;
         . Chanfração: preparação do couro para receber a costura;
         . Costura: junção das    partes que compõem o cabedal.
     Em muitas empresas esse setor encontra-se    subdividido em preparação, chanfração e costura;
      . Pré-fabricado:  fabricação de solas, saltos e palmilhas.
     Muitas empresas não têm esse setor, pois existem fábricas que se especializam na produção desses materiais;
         . Distribuição: controla o volume da produção, revisa a qualidade dos materiais e os distribui para os setores de montagem e acabamento;
         . Montagem: conjunto de operações que unem o cabedal ao solado;
         . Acabamento: operações finais    ligadas à   apresentação do calçado como escovamento, pintura e limpeza;
         . Montagem e acabamento: em muitas empresas esses dois setores são organizados em linha de montagem, isto é, os postos de trabalho são colocados em linha e o    produto em elaboração vai incorporando as operações    parciais de cada trabalhador, até que, no final    da linha, o produto resulta acabado;
         . Expedição: embalagem, encaixotamento e envio ao   mercado de destino.
Fonte: Site História do Sapato e Google.


 #momentosaber

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"Oportunidade são ventos bons, que levam aqueles que estão preparados"!
Autor desconhecido

terça-feira, 24 de novembro de 2015

#naojoguelixonasruas

#nãojoguelixonasruas


Estamos iniciando esta campanha, adote esta ideia, compartilhe, contribua, e juntos faremos diferença!
Atitude é o que precisamos! Agir e não ficar só olhando e reclamando. Exerça sua Cidadania!

#naojoguelixonasruas



“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”
Ayn Rand




Veja um pouco do que o lixo nas ruas causa em época de chuva: 

















(Imagens chuva e lixo Na Grande BH - Fonte Google)


O que se joga nas ruas volta pra nossas casas! Pense nisso!

#compartilheestaideia

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Pensamento do Dia





Serie os Pensadores:



Ganhadora do NOBEL DA PAZ DE 1991 - Aung San Suu Kyi




























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Horário Ônibus linha 3852 - Morro das Bicas(Raposos)/Nova Lima

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"Informação a Todos"

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Hora News em: O calendário Gregoriano


Hora News em: Historia e curiosidades, a informação move o mundo.
Hoje além de ser um dia muito especial, pois é o dia do Educador também é o dia que foi implantado o nosso calendário que assim como o professor marcou e marca uma geração fomos marcados por Gregório XIII (1572 - 1585).


O calendário Gregoriano


Você já deve ter se perguntado: a humanidade sempre se orientou temporalmente através do calendário? Sempre existiu o calendário para nos situarmos no tempo? Qual o modelo de calendário mais utilizado no mundo ocidental?

Durante a transição da República romana para o Império romano, o imperador Júlio César, que governou Roma do ano 100 a.C. a 44 a.C., instituiu a utilização do calendário, que ficou conhecido no período como calendário juliano.

Com a instituição do calendário juliano, o tempo passou a ser contado tomando como referência o ano de nascimento de Jesus Cristo. A partir de então, o ano “um” seria o ano em que Cristo nasceu. Com essa regulamentação do tempo em calendário, a sociedade romana começou a localizar os acontecimentos históricos a partir do novo calendário: todos os eventos que aconteceram antes do nascimento de Cristo ficaram regulamentados a utilizar as iniciais a. C., que significam “antes de Cristo”; e todos os eventos que aconteceram depois do nascimento de Cristo, ficaram regularizados a utilizar as iniciais d. C., que significam “depois de Cristo”. Porém, quase não se utiliza a sigla d. C., portanto, quando alguma data não apresentar a sigla a. C., significa que o evento aconteceu depois de Cristo.

No calendário juliano, o ano já era separado em 365 dias, com três anos com 365 dias seguidos por um ano com 366 dias (o ano bissexto). Os meses também já apresentavam 30 e 31 dias.

O calendário juliano foi utilizado sem alterações a partir do governo de Júlio César (100 a. C. a 44 a. C.) e durante toda a Idade Média (séculos V-XV). Somente no século XVI, mais precisamente no ano de 1572, o papa da Igreja Católica, Gregório XIII, reformou e modificou o calendário juliano. A primeira mudança foi na nomenclatura, passando a se chamar calendário gregoriano; outra mudança fundamental realizada pelo papa foi a supressão de dez dias segundo o calendário anterior, para regressar ao equinócio da primavera.
 
O novo calendário gregoriano seria implantado no dia 4 de outubro (quinta-feira), do ano de 1582. Entretanto, esse dia passou a ser 15 de outubro (sexta-feira), pois adiantaram dez dias para regressar ao equinócio da primavera e os anos continuarem com 365 dias.
O calendário gregoriano é o calendário utilizado na maior parte dos países ocidentais. Foi promulgado pelo Papa Gregório XIII a 24 de fevereiro do ano 1582 para substituir o calendário Juliano, instituído por Júlio César no ano 46 a.c. (vigorou 1600 anos). Reforma do calendário Juliano Depois do decreto, o Papa Gregório XIII  reuniu um grupo de especialistas para reformar o calendário Juliano e passados cinco anos de estudos, foi elaborado o calendário gregoriano, que foi sendo implementado lentamente em várias nações. Oficialmente o primeiro dia deste calendário foi 15 de Outubro de 1582. O calendário gregoriano é o que atualmente usamos e distingue-se do Juliano porque: omitiram-se dez dias (6 a 14 de Outubro de 1582).
Corrigiu-se a medição do ano solar, estimando-se que este durava 365 dias solares, 5 horas, 49 minutos e 12 segundos, o equivalente a 365.2424999 dias solares. Acostumou-se a começar cada ano novo em 1 de Janeiro. Poucos anos seculares se consideram bissextos, só aqueles que sejam divisíveis por 400. Deste modo evita-se a defasagem de um dia em cada cem anos.
 Quando o Papa Gregório XIII, no dia 24 de fevereiro de 1582, promulgou o calendário Gregoriano (e por isso o seu nome) em substituição ao calendário Juliano (criado no ano 46 aC pelo imperador romano Júlio César), criou a divisão do tempo na forma como o conhecemos hoje.

O velho Gregório "treze" o fez com muita sabedoria, pois sempre nestas mudanças de ano, temos a grande oportunidade de fazer alterações no nosso procedimento, com novos desafios, promessas, e mudanças radicais ou não. Gregório XIII (1572- 1585).

O calendário gregoriano passou a ser implantado em Portugal, na Espanha e na Itália. Posteriormente, após a colonização portuguesa, o Brasil também o adotou. Outras localidades do mundo adotaram esse calendário, como a Inglaterra em 1752; e a Rússia em 1918.

Nos dias atuais, o calendário gregoriano é utilizado na maior parte dos países do mundo, porém existem outros calendários em diferentes lugares do mundo, como os calendários judaico, chinês e mulçumano.

Por Leandro Carvalho(texto principal)
Mestre em História
(Outras Fontes, internet e Livros de História)



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#atitude é o que precisamos

10 DICAS PARA ECONOMIZAR ÁGUA








10 DICAS PARA ECONOMIZAR ÁGUA
Os dez mandamentos para economizar água:

1 - No Banho: Se molhe, feche o chuveiro, se ensaboe e depois abra para enxaguar. Não fique com o chuveiro aberto. O consumo cairá de 180 para 48 litros.

2 - Ao escovar os dentes: escove os dentes e enxágüe a boca com a água do copo. Economize 3 litros de água.

3 - Na descarga: Verifique se a válvula não está com defeito, aperte-a uma única vez e não jogue lixo e restos de comida no vaso sanitário.

4 - Na torneira: Uma torneira aberta gasta de 12 a 20 litros/minuto. Pingando, 46 litros/dia. Isto significa, 1.380 litros por mês. Feche bem as torneiras.

5 - Vazamentos: Um buraco de 2 milímetros no encanamento desperdiça cerca de 3 caixas d’água de mil litros.

6 - Na caixa d’água: Não a deixe transbordar e mantenha-a tampada.

7 - Na lavagem de louças: Lavar louças com a torneira aberta, o tempo todo, desperdiça até 105 litros. Ensaboe a louça com a torneira fechada e depois enxágüe tudo de uma vez. Na máquina de lavar são gastos 40 litros. Utilize-a somente quando estiver cheia.

8 - Regar jardins e plantas: No inverno, a rega pode ser feita dia sim, dia não, pela manhã ou à noite. Use mangueira com esguicho-revólver ou regador.

9 - Lavar carro: com uma mangueira gasta 600 litros de água. Só lave o carro uma vez por mês, com balde de 10 litros, para ensaboar e enxaguar. Para isso, use a água da sobra da máquina de lavar louça.

10 - Na limpeza de quintal e calçadas use vassoura: Se precisar utilize a água que sai do enxágüe da máquina de lavar.



Fonte: www.uniagua.org.br





#atitudeparanaofaltar.
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#aguauseconsciente.

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Meta de redução 40%

PARNA GANDARELA É CRIADO PELO GOVERNO FEDERAL

PARNA GANDARELA É CRIADO PELO GOVERNO FEDERAL O Movimento Gandarela esta analisando as coordenadas geográficas publicadas no Diário Oficial

PARNA GANDARELA É CRIADO PELO GOVERNO FEDERAL

O Movimento Gandarela esta analisando as coordenadas geográficas publicadas no Diário Oficial União
O Parque Nacional da Serra do Gandarela foi criado pela Presidência da Republica, conforme publicação no Diário Oficial da União (DOU) de hoje, 14 de outubro de 2014.
Apesar da publicação do decreto de criação do Parque Nacional (PARNA), entendemos que ainda é cedo para comemorarmos.

Em primeiro lugar, o pedido de comunidades dos municípios de Santa Bárbara e Barão de Cocais de criação de uma Reserva de Desenvolvimento Sustentável(RDS) complementar à área do Parque Nacional não foi atendido pelo governo federal, apesar das inúmeras gestões e correspondências dirigidas à Presidente Dilma e à Ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. A RDS garantirá a estas comunidades do entorno a proteção e o acesso a áreas em que desenvolvem atividades tradicionais como a apicultura, o manejo de flora e coleta de musgos. Esta reivindicação ficou paralisada na burocracia do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e, possivelmente, sequer chegou ao conhecimento da Presidente da República.
O Movimento pela Preservação da Serra do Gandarela ainda não está informado de eventuais concessões feitas ao setor minerário pelo governo federal, no decreto de criação datado de ontem. Por isso, não tem no momento condições de avaliar a dimensão dos possíveis impactos negativos à proposta de preservação da Serra do Gandarela, de seus ecossistemas (conjuntos de mata atlântica e cangas ferruginosas), das bacias hidrográficas classes Especial e 1 e bens arqueológicos e paleontológicos contemplados na proposta original de delimitação do Parque Nacional da Serra do Gandarela.
O decreto define como área do PARNA um total de 31 mil hectares, área muito inferior àquela originalmente proposta pelo ICMBio em 2010, que previa a proteção de mais de 38 mil hectares na região.
Esclarecemos que a definição dos limites do PARNA é aguardada desde junho de 2012, quando foram realizadas pelo ICMBio consultas públicas nas cidades do entorno (Belo Horizonte, Raposos, Caeté, Rio Acima, Santa Bárbara e Ouro Preto) e apresentadas as sugestões de adequação pelos interessados.
A notícia da criação do PARNA Gandarela reforça a esperança de proteção a uma das áreas mais importantes e ameaçadas da região central de Minas Gerais, mas vamos aguardar a análise dos limites estabelecidos, de acordo com as coordenadas geográficas publicadas no Decreto de hoje, para nos pronunciarmos a respeito.