segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Horário Linha 5882 - Lagoa Santa / Terminal Vilarinho (atualizado dez/2016)







Você Sabia? Metrópole


Metrópole

Termo usado para denominar uma “cidade principal” que apresente grande influência para região.


1. Urbanização e Metropolização

O processo de metropolização está intimamente ligado com a dinâmica da urbanização, pois o crescimento das cidades cria uma interdependência entre aquelas que possuem certa proximidade geográfica, formando as redes urbanas. Essa rede urbana ocasiona um sistema de hierarquização, no qual algumas cidades se tornam dependentes de outras com maior infraestrutura, como hospitais, centros comerciais, instituições de ensino, etc.


“A metrópole é o centro de comando da economia e da política, das atividades culturais e de pesquisa.” (LUCCI, 2012, p. 101)
Foto: Getty Images
Região metropolitana de Nova Iorque, Estados Unidos. Foto: Getty Images
Assim, a metrópole é considerada como a cidade mais importante da região, comandando a região na qual se insere a conurbação. As metrópoles costumam ser influentes no cenário mundial, e até nas relações internacionais. Como conurbação é compreendido o fenômeno no qual as grandes concentrações urbanas ultrapassam os limites territoriais municipais, causando a junção dos municípios. Em alguns casos, torna-se complexo definir ao olhar o ponto em que os municípios se separam dos próximos.

2. Como são definidas as metrópoles?

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) possui critérios para definição dos níveis que compõem a hierarquia dos centros urbanos. São considerados como metrópoles os 12 principais centros urbanos brasileiros, caracterizados por suas proporções e seus relacionamentos. Além disso, são consideradas também as influências diretas que estas possuem. No Brasil, são consideradas:
  • Grande Metrópole: São Paulo;
  • Metrópole Nacional: Rio de Janeiro e Brasília;
  • Metrópole: Belém, Manaus, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, Goiânia, Curitiba e Porto Alegre.
Além disso, são caracterizadas também as capitais regionais em três níveis (A, B e C), segundo suas influências.

Ilustração: Reprodução
Ilustração: IBGE/Reprodução
As regiões metropolitanas são constituídas por redes. Os deslocamentos de pessoas entre os municípios ocorrem por diversos motivos, seja entre as pessoas que migram diariamente às cidades maiores para desenvolver suas atividades profissionais, seja entre os pacientes que se deslocam à metrópole em busca de tratamentos mais modernos na área da saúde, os lojistas que viajam em busca de mercadorias para revenda, etc. Mas, a região metropolitana também enfrenta os desafios do crescimento urbano, concentrando, em alguns casos, a pobreza que é “retirada” das metrópoles. Ocorrem situações em que a cidade de maior proporção é também um destino turístico e, portanto, as pessoas que vivem em situações menos favorecidas economicamente são “empurradas” para as cidades que compõem a região metropolitana.
As tendências para os próximos anos mostram algumas modificações no cenário mundial em relação às metrópoles. Tóquio continua liderando em primeiro lugar (desde 1975 até as projeções para 2025), justamente por sua expressividade no contexto japonês. São Paulo também permanece na quinta posição.

Ilustração: Reprodução
Ilustração: Reprodução
As modificações em relação às metrópoles estão relacionadas com as dinâmicas mundiais no campo da política e economia, e são também influenciadas pelos acontecimentos recentes, como a crise financeira que assolou diversos países. Assim, a geografia urbana não é estática, mas está em constante transformação, em conjunto com a geopolítica.

Referências

LUCCI, Elian Alabi (Org.). Geografia: homem e espaço. 7º ano. 22ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2012.
SILVA, Angela Corrêa da (Org.). Geografia: contextos e redes. São Paulo: Moderna, 2013.
SILVA, Edilson Adão Cândido da (Org.). Geografia em rede. 2º ano. São Paulo: FTD, 2013.
Luana Caroline
PROF. LUANA CAROLINE
Graduada em Geografia (UNIOESTE), Especialista em Neuropedagogia (FAU) e Mestre em Geografia (UNIOESTE)

#Informaçãotransformaomundo


"Seja a mudança que você quer no mundo".

domingo, 23 de outubro de 2016

Horário Linha 1000 - TERM. TANCREDO NEVES/BAIRRO REGINA/BARREIRO/ALAMEDA DA SERRA




Horário de Ônibus - Linha 1321 - Cidade Industrial/Mina de Águas Claras (Vila da Serra atendimento Hospital Biocor)




Horário de Ônibus - Linha 3842 - Raposos/BH (Atualizado)

Atualização dos Horários de Ônibus -  3842 Raposos/BH








Voltaremos aos tempos difíceis. Se hoje esta ruim vai piorar com estas medidas,, que em momento nenhum beneficia o povo brasileiro.

 Voltaremos aos tempos difíceis. Se hoje esta ruim vai piorar com estas medidas,, que em momento nenhum beneficia o povo brasileiro.
Fonte: http://www.cartacapital.com.br/politica/entenda-o-que-esta-em-jogo-com-a-pec-241


O que é a PEC 241?
A Proposta de Emenda Constitucional 241, também chamada de PEC do Teto de Gastos, tem como objetivo limitar despesas com saúde, educação, assistência social e Previdência, por exemplo, pelos próximos 20 anos.
Enviada em junho pela equipe de Michel Temer à Câmara dos Deputados, a proposta institui o Novo Regime Fiscal, que prevê que tais gastos não poderão crescer acima da inflação acumulada no ano anterior.
Autor da medida, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, classificou a PEC 241 de “dura” e admitiu o propósito de limitar os gastos com saúde e educação, que atualmente são vinculados à evolução da arrecadação federal.
Tais vinculações expressam conquistas sociais garantidas na Constituição Federal de 1988 com o objetivo de priorizar e preservar o gasto público nessas áreas fundamentais, independentemente do governo que estivesse no poder.
Quais são as críticas à PEC 241?
Ao colocar um limite para os gastos da União pelas próximas duas décadas, a PEC 241 institucionaliza um ajuste fiscal permanente e ignora uma eventual melhora da situação econômica do País. De acordo com a proposta, a regra que estabelece o teto de gastos a partir da correção da inflação não poderá ser alterada antes do décimo ano de vigência.
O prazo final dessa política de austeridade se completaria em 20 anos. Dessa forma, o Novo Regime Fiscal proposto pelo governo Temer retira da sociedade e do Parlamento a prerrogativa de moldar o orçamento destinado a essas áreas, que só poderá crescer conforme a variação da inflação.
O que o governo argumenta ao propor a PEC 241?
Para Meirelles, a raiz do problema fiscal do Brasil é o crescimento elevado do gasto público, que, segundo ele, é incompatível com o crescimento da Receita.
Em debate na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado na terça-feira 4, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, disse que o congelamento dos gastos permitirá que o“mercado” tenha expectativas melhores em relação ao Brasil, elevando investimentos privados e contribuindo para o crescimento econômico.
A melhoria da educação e da saúde, no entanto, é elemento básico do desenvolvimento. Ao defender a PEC 241, Meirelles afirma, ainda, que limitar o gasto público vai ajudar a conter o crescimento da dívida pública. Segundo o Banco Central, a dívida pública brasileira chegou a 66,2% do PIB em 2015.
O governo ignora, porém, que não há unanimidade sobre o que seria um patamar seguro para a dívida pública no mundo. Existem países com uma dívida menor que a brasileira (Argentina, 56% do PIB em 2015; e Chile, 14%), mas há também países mais desenvolvidos com dívidas maiores (Espanha, 99% do PIB; EUA, 106%; e Japão, 248%).
O que pode estar por trás proposta?
A PEC 241, tida como uma das principais razões da aliança entre PMDB e PSDB, garante governabilidade a Temer no Congresso. O interesse do PSDB pela aprovação da pauta explicita o caráter da proposta, afinada com a política de austeridade defendida pelo partido.
Diante da impopularidade da medida, seria interessante para o PSDB, que almeja o Planalto em 2018, vê-la aprovada sem ter o ônus de ser o responsável direto por ela. 
Quando a PEC 241 deverá ser votada?
O tema tem sido tratado com urgência pelos interlocutores de Temer. Aliado do governo, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), marcou para a próxima segunda-feira 10 a primeira votação da PEC 241 no plenário da Câmara. A sessão, contudo, pode ser adiada.
Para ser aprovada, a PEC precisa passar por duas apreciações plenárias tanto na Câmara quanto no Senado. A intenção do governo é liquidar as quatro votações ainda este ano. Como se trata de alteração constitucional, a aprovação depende do apoio de três quintos dos votos na Câmara e no Senado, ou seja, 308 deputados e 49 senadores.
Nos bastidores, a PEC 241 é tratada como uma espécie de teste. Se o governo não for capaz de aprová-la, também não conseguirá aprovar a reforma da Previdência, tampoucomudanças na legislação trabalhista.
De acordo com informações do jornal O Estado de S.Paulo, o ministro Geddel Vieira Lima, da Secretaria de Governo, disse ter convicção de que a PEC 241 será aprovada. A declaração foi dada após um jantar na segunda-feira 3, do qual participaram ministros e cerca de 50 deputados da base aliada do governo.
Como a oposição está se articulando?
A deputada Jandira Feghali (PcdoB-RJ), líder da minoria na Câmara, protocolou na sexta-feira 7 um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para que a tramitação da PEC 241 seja suspensa. A peça é assinado por parlamentares de PT e PCdoB e pede que a proposta não seja colocada em votação na Câmara até a análise do Supremo.
Para parlamentares da oposição, a medida representa o “desmonte do Estado”. "A gente tem chamado [a proposta] de ‘PEC do Orçamento sem Povo’, que é algo típico de um governo sem voto”, disse Feghali em entrevista à tvCarta. Assista:

Vale a pena prestar atenção nisto, pois só estão cortando os gastos com os serviços direto dos mais pobres, quem utiliza o SUS? Quem estuda em escola publica? Podemos esperar tempos difíceis. O povo sem saúde e educação fica a merces de tudo, sem orientação não pode contestar nada pense nisso o projeto é para os próximos 20 anos, isso mesmo, 20 anos. É uma vergonha!
Porque eles não cortam suas regalias e salários pela metade por 20 anos? 
O povo não tem como manter filho e escola particular e convenio medico! Porque querem que voltemos a andar para trás? O que está por traz disto? Estamos indo na contramão de tudo que vemos por este mundo afora, investir em educação e saúde é o minimo que eles tem que fazer.
Pior que para continuar enganando o povo, votam o que é de interesse deles muito rápido, e depois reduzem um pouco alguma coisa como foi a redução da gasolina para manter o povo desligado e desatento de tudo. #acordabrasileiros

#nãoapec241

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domingo, 17 de janeiro de 2016

Alerta!

Raposos está entre as 15 cidades da lista de alerta da Defesa Civil do Estado de Minas

Alerta


A Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais (Cedec – MG) informa que, devido ao grande volume de chuva nas últimas horas, há risco de deslizamento de terras em 15 municípios de Minas Gerais: Barbacena, Belo Horizonte, Belo Vale, Brumadinho, Carandaí, Congonhas, Conselheiro Lafaiete, Juiz de Fora, Mariana, Nova Lima, Ouro Preto, Raposos, Rio Acima, Sabará e São João Del Rei.
A Cedec-MG orienta a população desses municípios a ter cuidado ao transitar próximo a barrancos, encostas ou margens de rios.
Em qualquer sinal de emergência, o cidadão deve acionar a Defesa Civil local, o Corpo de Bombeiros ou a Polícia Militar, pelos telefones : 199, 193 ou 190.
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais.

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