terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Sustentabilidade - 31 árvores que você pode plantar em sua calçada, produzem frutos, sombras e flores, não destroem calçadas e nem danificam a rede elétrica



#ficaadica


Rua de Caxambu MG com tons diferentes de quaresmeiras e outras especies adequadas para calçadas
As árvores são fundamentais nas ruas e avenidas. Além de embelezar, elas tem um importante papel no equilíbrio térmico, refrescando onde quer que estejam.
Também colaboram com a redução da poluição sonora e do ar, fornecem sombra, refúgio e alimento para as aves. Os benefícios não param por aí, poderíamos falar de fixação de carbono, produção de oxigênio, proteção contra ventos, etc. Mas a escolha da espécie correta é fundamental.
Se você deseja plantar uma árvore na sua calçada, o primeiro passo é procurar a prefeitura. Muitas delas tem um plano de arborização urbana, com espécies de árvores indicadas por profissionais capacitados. Não raro, você poderá solicitar o plantio à prefeitura, ou buscar as mudas você mesmo no viveiro municipal.Fique atento, o plantio da árvore errada pode provocar muita dor de cabeça no futuro, como tubulações de água e esgoto estourados, calçadas levantadas, problemas na rede elétrica, galhos que ameaçam cair a qualquer momento, frutos pesados que caem sobre carros, ramos espinhentos que atrapalham os pedestres, sujeira e mal cheiro advindo de frutos, folhas ou flores caídos, entre muitas outras situações desagradáveis a perigosas. E geralmente você não pode fazer muita coisa. Na maioria das vezes o corte ou poda é permitido apenas à prefeitura e companhia elétrica. O corte inautorizado pode lhe render multas pesadas e, dependendo da espécie, ser considerado crime ambiental. Você terá que solicitar o serviço e aguardar que aprovem. Portanto, escolha bem. Uma árvore é maravilhosa e para além da vida toda. Abaixo segue uma lista de espécies que são indicadas para calçadas. As espécies que alcançam até 10 metros são boas para calçadas com fiação elétrica, enquanto as maiores podem ser plantadas em calçadas sem fiação.
01 – Noivinha: Euphorbia leucocephala.
Embora, ela tenha outros nomes populares, além de Noivinha. Ela é conhecida também com os seguintes nomes: mês de maio, neve da montanha, cabeça branca, leiteiro-branco, cabeleira-de-velho, flor-de-criança, chuva-de-prata.Durante o mês de maio, suas folhas verdes, ficam brancas, tornando-a linda e encantadora. Em junho suas folhas já voltam a colocaração verde normal. É uma árvore de porte pequeno, que não atinge 3 metros. Não agride a calçada e nem prejudica a fiação elétrica.
02 – Ipê.  Tabebuia sp:
Ipê-amarelo demora um pouco para crescer, mas transforma a paisagem (Foto: Wikimedia Commons)
Os ipês são de grande porte, com raízes profundas que não danificam as calçadas e exige poucos cuidados. É vastamente usado como árvore decorativa devido à sua florescência colorida e anual.Gênero de árvores, em sua maioria nativas, decíduas, de tronco e ramagem elegantes, madeira resistente e florescimento exuberante nas cores amarelo, branco, rosa e roxo. Atingem de 10 a 35 metros, dependendo da espécie. São adequados para calçadas sem fiação elétrica.
03 – Jacarandá Mimoso – Jacarandá mimosaefolia
Um verdadeiro clássico. Árvore decídua, de floração exuberante. Ideal para arborização de ruas, praças e avenidas. Sua altura é de 8 a 15 metros. Suas raízes são profundas, não danificam calçadas e nem redes subterrâneas. Por atingir 15 metros, melhor ser plantada contra a rede elétrica.
04 – Extremosa ou Resedá – Lagerstroemia indica.
Arvoreta largamente utilizada na arborização urbana. Tem florescimento esplendoroso, é decídua e tolerante a podas drásticas. Atinge 8 metros de altura.
05 – Manacá da Serra – Tibouchina mutabilis 
Belíssima arvore, em que é possível admirar flores em três cores diferentes simultaneamente, branca, rosa e roxa, de acordo com a idade da flor. Atinge 6 metros de altura.
06 . Alfeneiro – Ligustrum lucidum
Uma das espécies mais cultivadas na arborização urbana do sul do Brasil. Oferece boa sombra, mas a floração de muitos exemplares ao mesmo tempo pode intensificar os casos de alergia à pólen.
07 –  Magnolia – Magnólia spp
Essa espécie de magnólia, além de bela e perfumada faz lembrar os ipês rosas, são muito interessantes para arborização urbana por seu porte pequeno. Decíduas e próprias para o clima subtropical e temperado. Alcançam de 5 a 10 metros de altura.
08 – Pata-de-vaca – Bauhinia foficata
Árvore brasileira, nativa da Mata Atlântica, de porte médio com uma das mais belas flores e folhagens. Possuem raízes profundas que não estouram as calçadas. Uma ótima opção para ser usada como decoração e em regeneração de matas degradadas.
09 – Quaresmeira Tibouchina granulosa
É uma árvore nativa de pequeno porte, raízes profundas, ela é elegante e bela e apresenta uma linda floração roxa que ocorre duas vezes por ano, possui um fruto pequeno. É uma das principais árvores utilizadas na arborização urbana no Brasil.
10 – Murta-de-cheiro, Dama-da-noite, Jasmim-laranja, Murta, Murta-da-índia, Murta-dos-jardins – Murraya paniculata
A murta-de-cheiro é um arbusto grande ou arvoreta, que pode alcançar até 7 metros de altura. Muito utilizada para a formação de cercas-vivas, a murta-de-cheiro apresenta ramagem lenhosa e bastante ramificada. Suas folhas são pinadas, com 3 a 7 folíolos pequenos, elípticos, glabros, perenes,Durante todo o ano produz inflorescências terminais, com flores de coloração branca
11 – Ipê-Mirim (Stenolobium stans)

Pode chegar a sete metros de altura, tem floração entre os meses de janeiro e maio.
12 – Candelabro (Erytrina speciosa)
Fotografia de Luciana Yoshime (Flickr)
Sua altura varia de quatro a seis metros. A floração vermelha acontece entre junho e setembro.

13 – Flanboyant Mirim (Caesalpinia pulcherrima)
Tem altura média de três a cinco metros. Sua floração é bastante diversificada, aparecendo nas cores: rosa, vermelha, amarela e branca, entre os meses de setembro e maio.
14 – Cambuci (Campomanesia phaea)
Com altura entre três e cinco metros, esta árvore tem flores grandes e brancas. Mas, seu principal destaque são os frutos, que costumam aparecer entre os meses de fevereiro e março.
15 – Pitangueira (Eugenia uniflora)
Sua altura varia de dois a quatro metros. A árvore produz pequenos frutos e flores brancas, ideais para alimentar abelhas.
16 – Jabuticabeira (Eugenia cauliflora)
Esta espécie pode chegar a dez metros de altura. Ela costuma florescer entre a primavera e o verão, produzindo grandes quantidades de frutos.
17 – Oiti – Licania tomentosa
Árvore frutífera, largamente utilizada na arborização urbana no sudeste do país.
18 – Escova-de-garrafa – Callistemon ssp
Espécies de árvores de pequeno porte, nativas da Austrália, e muito resistentes à seca. Floração exuberante.A bela floração da Chuva-de-ouro.
19 – Cinamomo – Melia azedarach
Árvore bastante utilizada na arborização urbana. Indicada para clima subtropical. Floração ornamental e frutos atrativos para avifauna. Alcança até 20 metros de altura.Também conhecido como santa-bárbara e lilás-de-soldado, o cinamomo, além de produzir lenha, é ornamental; os frutos são redondos e carnosos.
20 – Amoreira-preta – Morus nigra
Árvore frutífera, muita atrativa para os passarinhos. Atinge 10 metros de altura.
21 Jasmim-manga – Plumeria rubra
Árvore de flores muito perfumadas e aspecto escultural. Ideal para calçadas, praças e parques. Atinge 6 metros de altura.
28 – Cerejeira-do-japão – Prunus serrulata
Avenida em Maria da Fé MG.
Árvore decídua, de grande valor ornamental, por ser florescimento espetacular. Própria para clima subtropical e temperado. Alcança 6 metros de altura. Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, neutro, bem drenável, enriquecido com matéria orgânica e irrigado regularmente. Planta de clima temperado, necessita de estações bem marcadas para florescer de forma satisfatória. Por este motivo não é indicada para regiões equatoriais e tropicais, salvo em regiões de altitude elevada. Seu crescimento é moderado e a floração é precoce. Não tolera encharcamento e podas drásticas. Resiste ao frio, geadas e curtos períodos de estiagem. Multiplica-se por enxertia, estaquia e mais facilmente por sementes.
29. Aroeira – Schinus molle e Schinus terebinthifolius
Árvores belas e atrativas para avifauna. São de pequeno porte, atingindo de 8 a 10 metros de altura.
30. Pau-fava – Senna macranthera
Fotografia de Mauro Guanandi
Árvore nativa e de pequeno porte, com floração ornamental e aspecto elegante. Atinge até 8 metros de altura.
31. Canafístula-de-besouro – Senna spectabilis
Árvore decídua, nativa do nordeste, de florescimento ornamental e pequeno porte. Alcança 9 metros de altura.
A lista não para por aí. Você também pode usar uma variedade de coníferas, que apesar de seu formato geralmente cônico a colunar, desde à base, são escolhas interessantes para calçadas largas. As palmeiras, em sua maioria (com exceção das entouceiradas, espinhentas e as de porte gigante), são muito indicadas para ornamentar ruas, avenidas e calçadas. A diversidade de árvores é enorme e você pode gostar justamente de uma que viu em algum lugar. Veja as características que uma árvore para arborização de calçadas deve ter:
– Não possuir raízes superficiais ou agressivas
– Não ter frutos ou flores grandes
– Não possuir espinhos
– Não ser tóxica
– Não ser de grande porte (mais de 20 metros de altura)
– Não possuir madeira frágil, suscetível à quebra ou ataque de cupins (evite árvores de crescimento muito rápido)
– Não ser invasora
Fonte parcial das informações: site www.jardineiro.net



"Seja a mudança que você quer no mundo"

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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Reajuste das Tarifas Metropolitanas BH.


Preços de passagens metropolitanas sobem de R$ 0,30 a R$ 3,95; veja

Aumento começa a vigorar a partir do próximo domingo (1º); tarifa média do transporte sobe 8,9%, passando de R$ 4,45 para R$ 4,85




A partir do próximo domingo (1º), os valores das passagens dos ônibus metropolitanos de Belo Horizonte terão um reajuste que varia entre R$ 030 e 3,95.
Para o valor predominante, a tarifa teve um aumento de R$ 0,40, passando de R$ 4,45 para R$ 4,85. Conforme publicado no Imprensa Oficial de Minas Gerais desta sexta-feira (30). 
Esse valor vale, por exemplo, para veículos do Move Metropolitano que partem dos terminais Vilarinho, São Gabriel, ambos em Belo Horizonte, Justinópolis, em Ribeirão das Neves, Morro Alto em Vespasiano, e São Benedito, em Santa Luzia. 
(fonte Redação O TEMPO)
Veja tabela abaixo:




Fonte: http://www.der.mg.gov.br/notcias/2432-transporte-coletivo-metropolitano-tera-novas-tarifas-a-partir-do-dia-1o-de-janeiro

Mais uma vez vamos pagar a conta!
rapososnews@hotmail.com


terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Atitude



Nossa dependência.




        Hoje, dia 13 de dezembro de 2016, mais uma vez estamos lacrados, amarrados e amordaçados. É a PEC do Teto de gasto do governo, essa mesma medida que diz controlar os gastos, vai apenas cortar mais a nossa carne, acabar com o pouco que temos. Isso mesmo o pouco que temos, o mínimo que o governo tem que fazer por todos os cidadãos, educação, saúde e segurança. Pense como será a saúde e educação com estes limites, e hoje já está bom? Quantas pessoas estão morrendo esperando leitos em um hospital? Quantas crianças estão apenas passando de serie nas escolas sem saber nada?
        Como são rápidos em aprovar medidas que mudam nossas vidas para pior, ao contrário, quando é para reduzir, como impostos, seus benefícios, tem mil e uma impossibilidades, coro parlamentar e/ou acabam arquivando.
 Se quer ouviram o grito das minorias que foram as ruas, ou melhor seus eleitores, nem satisfação deram muito menos pedi-lhes opinião. Estão cortando nosso direito de aposentar, estudar, de ter uma vida digna e acham que somos bobos divulgando que cortes são necessários, mas estes cortes não nos ajudam em nada, apenas nos fazem retroceder. Diminuem cinco centavos na gasolina, mas podemos esperar que por trás disso, estão nos tirando a cada dia um pouco de nossa essência como cidadãos, cortam nossos direitos e benefícios, cortam nossos braços nossas pernas como se não fossemos nada. E na verdade para eles não somos nada. Continuam a nos iludir, enganar e nos passar para trás. Que votem, para cortar benefícios deles, que diminuam em seus salários primeiro, servindo de exemplo para nós, mas na verdade, não querem isso, nunca quiseram e nem vão.



        Perdermos, a “esperança que venceu o medo”. Não somos representados, e muito menos nossas opiniões lhe interessam. Penso em nossas essências, nossas origens em tudo o que somos e pergunto: o que somos? Onde vamos deixar eles levarem nossos destinos nosso futuro?
        O que será de 2017? Sinceramente, pelos caminhos que estão nos conduzindo devemos TEMER. Não se iluda pela mídia que lhe mostra o que quer, que modulá e formula reportagens para nos enganar ou tampar. Abra seus olhos... e “Seja mudança que você quer no mundo”. Tenha sua opinião.


#acordabrasileiros


Texto: Eduardo Santana


segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Horário Linha 5882 - Lagoa Santa / Terminal Vilarinho (atualizado dez/2016)







Você Sabia? Metrópole


Metrópole

Termo usado para denominar uma “cidade principal” que apresente grande influência para região.


1. Urbanização e Metropolização

O processo de metropolização está intimamente ligado com a dinâmica da urbanização, pois o crescimento das cidades cria uma interdependência entre aquelas que possuem certa proximidade geográfica, formando as redes urbanas. Essa rede urbana ocasiona um sistema de hierarquização, no qual algumas cidades se tornam dependentes de outras com maior infraestrutura, como hospitais, centros comerciais, instituições de ensino, etc.


“A metrópole é o centro de comando da economia e da política, das atividades culturais e de pesquisa.” (LUCCI, 2012, p. 101)
Foto: Getty Images
Região metropolitana de Nova Iorque, Estados Unidos. Foto: Getty Images
Assim, a metrópole é considerada como a cidade mais importante da região, comandando a região na qual se insere a conurbação. As metrópoles costumam ser influentes no cenário mundial, e até nas relações internacionais. Como conurbação é compreendido o fenômeno no qual as grandes concentrações urbanas ultrapassam os limites territoriais municipais, causando a junção dos municípios. Em alguns casos, torna-se complexo definir ao olhar o ponto em que os municípios se separam dos próximos.

2. Como são definidas as metrópoles?

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) possui critérios para definição dos níveis que compõem a hierarquia dos centros urbanos. São considerados como metrópoles os 12 principais centros urbanos brasileiros, caracterizados por suas proporções e seus relacionamentos. Além disso, são consideradas também as influências diretas que estas possuem. No Brasil, são consideradas:
  • Grande Metrópole: São Paulo;
  • Metrópole Nacional: Rio de Janeiro e Brasília;
  • Metrópole: Belém, Manaus, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, Goiânia, Curitiba e Porto Alegre.
Além disso, são caracterizadas também as capitais regionais em três níveis (A, B e C), segundo suas influências.

Ilustração: Reprodução
Ilustração: IBGE/Reprodução
As regiões metropolitanas são constituídas por redes. Os deslocamentos de pessoas entre os municípios ocorrem por diversos motivos, seja entre as pessoas que migram diariamente às cidades maiores para desenvolver suas atividades profissionais, seja entre os pacientes que se deslocam à metrópole em busca de tratamentos mais modernos na área da saúde, os lojistas que viajam em busca de mercadorias para revenda, etc. Mas, a região metropolitana também enfrenta os desafios do crescimento urbano, concentrando, em alguns casos, a pobreza que é “retirada” das metrópoles. Ocorrem situações em que a cidade de maior proporção é também um destino turístico e, portanto, as pessoas que vivem em situações menos favorecidas economicamente são “empurradas” para as cidades que compõem a região metropolitana.
As tendências para os próximos anos mostram algumas modificações no cenário mundial em relação às metrópoles. Tóquio continua liderando em primeiro lugar (desde 1975 até as projeções para 2025), justamente por sua expressividade no contexto japonês. São Paulo também permanece na quinta posição.

Ilustração: Reprodução
Ilustração: Reprodução
As modificações em relação às metrópoles estão relacionadas com as dinâmicas mundiais no campo da política e economia, e são também influenciadas pelos acontecimentos recentes, como a crise financeira que assolou diversos países. Assim, a geografia urbana não é estática, mas está em constante transformação, em conjunto com a geopolítica.

Referências

LUCCI, Elian Alabi (Org.). Geografia: homem e espaço. 7º ano. 22ª Ed. São Paulo: Saraiva, 2012.
SILVA, Angela Corrêa da (Org.). Geografia: contextos e redes. São Paulo: Moderna, 2013.
SILVA, Edilson Adão Cândido da (Org.). Geografia em rede. 2º ano. São Paulo: FTD, 2013.
Luana Caroline
PROF. LUANA CAROLINE
Graduada em Geografia (UNIOESTE), Especialista em Neuropedagogia (FAU) e Mestre em Geografia (UNIOESTE)

#Informaçãotransformaomundo


"Seja a mudança que você quer no mundo".